terça-feira, 27 de outubro de 2009

Oficina 8




 As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
 Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem
em seus caminhos!
                    Clarice Lispector

  Pensando e conversando sobre as oportunidades que aparecem em nossos caminhos iniciamos a nossa 8ª oficina com as unidades:17 que tratam sobre a Estilística e 18 : Coerência Textual do TP5.
 Analisamos que os sons da língua podem provocar sensações ou sugerir impressões.Não apenas poetas e escritores fazem uso desse recurso em suas obras, mas também nós, usando no dia-a-dia a linguagem comum, recorremos aos sons da língua para expressarmos nossa emoção e afetividade  .
 Lemos  o poema de José Paulo Paes : Convite e concluimos que o autor, através do aspecto lúdico das palavras, brinca com os sons e também com  sentidos.

Convite
                          


Poesia
é brincar com palavras
como se brinca
com bola, papagaio, pião.


Só que
bola, papagaio,pião
de tanto brincar
se gastam.

As palavras não:
quanto mais se brinca
com elas
mais novas ficam.
                                                                               
Como a água do rio
que é água sempre nova.
Como cada dia
que é sempre um novo dia.



Vamos brincar de poesia?



                                              José Paulo Paes

          
  Em grupo fizemos uma dinâmica. Coloquei cinco trechos de músicas e pedi que cada cursista desenhasse o que sentia ao ouvir cada canção e escrevesse uma palavra.Depois foram organizados grupos que utilizaram as palavras da técnica  para produzirem uma poesia. A técnica foi interessante pois as poesias foram  produzidas de uma maneira prazerosa.
 Fizemos a interpretação do texto: Palavras são palavras de Celso Ferreira Costa. 
 Ao final realizamos a oficina do Teoria e Prática com a análise de um texto publicitário em que discutimos a coerência textual e os sentidos construídos pela linguagem verbal e não verbal.






sexta-feira, 23 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Oficina 7



       No dia 20/07 foi realizada  a 7ªoficina.  Fizemos um resumo das unidades e colocamos em cartolinas. Trabalhamos então com o Baú de Idéias. Cada cursista podia comprar uma idéia e defendê-la.
       A seguir trabalhamos as unidades 15- Mergulho no texto e 16- A Produção Textual do TP4.Analisamos as experiências com a leitura e a escrita de Lygia Fagundes Telles e Gabriel, o pensador.
       Fizemos uma análise de quatro hipóteses  que influenciaram a pedagogia  da escrita :


  •    A escrita é uma transcrição da fala.
  •  Só se escreve utilizando a norma padrão. Todo bom leitor é um bom escritor.
  • Na escola escreve-se para produzir textos narrativos, descritivos e dissertativos.
     Cada cursista compartilhou o  "avançando na prática" e encerramos com a oficina de produção de texto.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Oficina 06

 No dia 06/07nos reunimos para a realização da 6ªoficina . Iniciamos com uma reflexão do texto: Maçãs e Maçãs.

 
    Maçãs e Maçãs


De uma semente de maçã
Não se colhe banana nem laranja
colhe-se maçã.
 Mas pode-se colher maçãs doces ou azedas,
 duras ou macias, bichadas ou não.
Assim também são as pessoas
 A grande diferença é que a fruta se colhe no pé,
 preso ao chão por raízes
Enquanto nós temos os próprios pé
Para frutificar, a planta depende das condições  do solo,
do vento, dos nutirentes,.
 Enquanto nossos pés
  podem produzir as condições  mais favoráveis
  ao nosso desenvolvimento pessoal.
 Você decide a pessoa que quer ser, 
 a cada momento
 E, se não estiver gostando,
   pode mudar.
                                 
 Autor desconhecido


Refletimos sobre o poder de decisão que temos para aproveitarmos , ou não, as oportunidades que a vida nos oferece.O curso Gestar II é uma oportunidade, uma  boa semente que precisa "cair  em um bom solo" para florescer.

 Estudamos as unidades 13 e 14 do TP4 que fala sobre Leitura, Escrita e Cultura e O processo da Leitura. Lemos as experiências pessoais com o mundo da escrita de Patativa do Assaré e Paulo Freire e como essas práticas, em seus cotidianos, modificaram suas formas de aprender a ler o mundo.


Conversamos sobre o processo da aquisição de leitura de cada cursista e cada um escreveu sua história de alfabetização. Foi um momento rico!!
   

                            História de Alfabetização  
                     Professora  Selma Fonseca de Araújo  
                        E.M. Gilberto José Tanus Braz

    Falar da minha alfabetização é lembrar do tempo gostoso da minha infância.Tempo em que eu acordava cedo e brincava o dia inteiro com minhas irmãs, no grande terreiro da chácara em que nós morávamos.
    Sempre gostei de estudar! Meus materiais escolares eram muito organizados, sem  menhuma "orelha"
.   Eu era responsável com minhas tarefas de casa, mas também muito chorona.
   Chorava por qualquer   motivo.
    Minha mãe  sempre diz que quando não tínhamos condições de irmos à escola, por exemplo, nos dias de chuva, eu chorava demais, pois não gostava de perder aula.
    Fiz a Educação Infantil na Escola Pinguinho de Gente, fazendo parte da 1ª turma daquela conceituada escola.
    Logo após, passei a estudar no querido e saudoso " Silveira Brum".Lá estudei os quatro primeiros anos do Ensino Fundamental. Que tempo gostoso!
    Lembro-me muito do ano em que me alfabetizei, da sala em que estudei, dos amigos que tive, da querida professora Penha e do meu primeiro livro: " Barquinho Amarelo", um livro pequeno, bem ilustrado e que contava a história de vários personagens, dentre eles, Marcelo.
   Tenho muitas saudades daquele tempo e guardo com carinho aqueles momentos repletos de emoção,de inocência. Hoje, ao escrever este texto, revivi emoções que nunca mais voltarão, mas que estão presentes no meu coração.






quarta-feira, 7 de outubro de 2009

MEMORIAL DE LEITURA





Apaixonei-me pela leitura mesmo antes de aprender a ler. Minha mãe sempre comprava revistas em quadrinhos para minhas irmãs que eram mais velhas e eu achava aquele universo encantador. Pegava as revistas e tentava ler através dos desenhos.

Com o passar do tempo, curiosa comecei a perguntar às minhas irmãs as letras e fui juntando-as, de repente comecei a ler, com 05 anos. Foi uma festa na minha família. Todas as visitas que chegavam minhas irmãs pegavam livros, bulas para eu ler para que as pessoas pudessem ouvir. Eu me sentia uma verdadeira artista!!!
Com seis anos fui para a escola da “ Tia Filhinha”um amor de educadora, eu era a única da sala que já sabia ler . Amava ir para a escola. Aos 07 anos fui para a E.E. Silveira Brum e lá viajei no Barquinho Amarelo com Marcelo e Rosinha...


Durante todo o meu percurso escolar sempre estive envolvida nas atividades de leitura e participei de vários eventos em que eu declamava poesia
Não teve jeito: Assim que terminei o Ensino Médio aos 17 anos passei no vestibular para o curso de Letras na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Santa Marcelina.
Aos 21 anos fui aprovada no concurso de Professor I da Prefeitura Municipal de Educação de Muriaé e comecei minha vida profissional  contando histórias e levando meus alunos para conhecer outros mundos através  da leitura.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Oficina 5

  Dia  22/06  realizamos nossa 5ª oficina e foram trabalhadas as unidades 11 e 12 do TP3 com os temas: Tipos Textuais e A Inter- Relação entre Gêneros e Tipos Textuais. O resumo das unidades foi apresentado aos cursistas que logo a seguir relataram  as atividades do Avançando na Prática.
Após uma discussão sobre as sequências tipológicas foi apresentado o filme:Narradores de Javé.


                                      Avançando na Prática





                              Professora Alessandra                 
                             E.M. Profª Elza Rogério